Querendo ver outros blogs meus consultar a Teia dos meus blogs

sábado, 11 de agosto de 2007

Lira

A Lira que recordamos era a Lira que Adriano Correia de Oliveira cantava, esta é muito bem interpretada por Carlos Alberto Moniz e faz parte dum novo trabalho em que ele recupera as velhas canções açorianas.

Não é de agora, eu já nos "velhos tempos" confesso que não percebia a ordem da estrofes, parecia-me sempre que aquilo saí à balda, ás vezes "vinha o pastor da serra" outras vezes não.

Acho que continua a ser assim, a letra que recuperei, não segue a ordem pela qual Moniz a canta, (ou vice versa)


Veio um pastor lá da serra
Que à minha porta bateu
Veio dar-me por notícia
Que a minha lira morreu
A lira por ser ingrata
Tiranamente morreu
A morte a mim não me mata
quem mata a morte sou eu

Morte que mataste Lira,
Morte que mataste Lira,
Morte que mataste Lira,
Mata-me a mim, que sou teu!
Morte que mataste lira
Morte que mataste lira
Morte que mataste lira
Mata-me a mim que sou teu
Mata-me com os mesmos ferros
Mata-me com os mesmos ferros
Mata-me com os mesmos ferros
Com que a lira morreu

Caso não consiga ouvir se escolher a opção de fim de página clicar >>>>>>>>> aqui


3 comentários:

marta disse...

Tinha razão!
não conheço eu outra coisa.

Linda esta interpretação e o acompanhamento musical de Carlos Alberto Moniz

lfm disse...

Marta

Penso que ele está com este espectáculo no casino Estoril.

Estás a fazer confusão (ou eu ?) o que disseste não te lembrar, foi de um disco que eu tenho em vinil, onde o Adriano canta só poemas do Manuel Alegre e que se chama o disco e o livro, "O canto e as armas".

Hei-de arranjar maneira de colocar aqui alguma coisa.

Luis Maia

marta disse...

Sou eu! Sou sempre eu que faço as confusões.
Nem precisas perguntar.

Confusão?= Marta

Beijinho