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domingo, 6 de setembro de 2015

Pedro Barroso ao vivo em Amarante Parte 2

Pedro Barroso ao vivo em Amarante Parte 1

QUANDO EU ME CHAMAR SAUDADE

Sei que amanhã Quando eu morrer Os meus amigos vão dizer Que eu tinha um bom coração Alguns até hão de chorar E querer me homenagear Fazendo de ouro um violão Mas depois que o tempo passar Sei que ninguém vai se lembrar Que eu fui embora Por isso é que eu penso assim Se alguém quiser fazer por mim Que faça agora. Me dê as flores em vida O carinho, a mão amiga, Para aliviar meus ais. Depois que eu me chamar saudade Não preciso de vaidade Quero preces e nada mais

A flor e o espinho

Tire o seu sorriso do caminho Que eu quero passar com a minha dor Hoje pra você eu sou espinho Espinho não machuca a flor Eu so errei quando juntei minh'alma a sua O sol não pode viver perto da lua Tire o seu sorriso do caminho Que eu quero passar com a minha dor Hoje pra você eu sou espinho Espinho não machuca a flor Eu so errei quando juntei minh'alma a sua O sol não pode viver perto da lua É no espelho que eu vejo a minha magoa A minha dor e os meus olhos rasos d'agua Eu na sua vida já fui uma flor Hoje sou espinho em seu amor Eu so errei quando juntei minh'alma a sua O sol não pode viver perto da lua Tire o seu sorriso do caminho Que eu quero passar com a minha dor Que eu quero passar com a minha dor