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sábado, 29 de outubro de 2011

Quase

Pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore, Clara Nunes também viajou várias vezes para a África, representando o Brasil. Conhecedora das danças e das tradições afro-brasileiras, ela se converteu à umbanda. Clara Nunes seria uma das cantoras que mais gravaria canções dos compositores da Portela, sua escola do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam disco

Foi pensando em você
Que eu escrevi essa triste canção
Foi pensando em você, que é meu tormento
E a minha paixão.

É nesses versos que eu quero dizer
O amor profundo que eu sinto por você.

Seu olhar me fascina
Ah, como eu vivo a sofrer
Quase que eu disse agora
O seu nome sem querer.

Não quero que zombe de nós
Toda essa gente
É por sua causa
Que eu estou tão diferente

Bem pertinho de mim ele está
Me ouvindo cantar
Bem pertinho dele eu estou...
Morrendo de amor


sábado, 22 de outubro de 2011

Eu sou a outra

Carmelita Madriaga, conhecida como Carmen Costa, nasceu em Trajano de Moraes a 5 de janeiro de 1920 e viria a falecer no Rio de Janeiro, 25 de abril de 2007, foi uma cantora e compositora brasileira.

Nascida no interior, aos 15 anos ela trabalhava na cidade do Rio de Janeiro como empregada doméstica do cantor Francisco Alves. Numa festa ele a fez cantar para os convidados, entre eles Carmen Miranda, e a incentivou a iniciar uma carreira.

Apresentou-se como caloura no programa de rádio de Ary Barroso, saindo-se vencedora.

Ele é casado e eu sou a outra,
Na vida dele,
Que vive qual uma brasa,
Por lhe faltar
Tudo em casa.

Ele é casado e eu sou a outra,
Que o mundo difama,
Que a vida, ingrata, maltrata,
E, sem dó, cobre de lama.

Quem me condena, como se condena
Uma mulher perdida,
Só me vêem na vida dele,
Mas não o vêem, na minha vida.

Não tenho nome, trago o coração ferido,
Mas tenho muito mais classe,
Do quem não soube pender o marido.


domingo, 16 de outubro de 2011

Último desejo

Dum dos maiores compositores brasileiros Noel Rosa , Chico Biarque de Holanda canta este magnífico Último desejo

Nosso amor que eu não esqueço
E que teve o seu começo
Numa festa de São João

Morre hoje sem foguete
Sem retrato e sem bilhete
Sem luar, sem violão

Perto de você me calo
Tudo penso e nada falo
Tenho medo de chorar

Nunca mais quero o seu beijo
Mas meu último desejo
Você não pode negar

Se alguma pessoa amiga
Pedir que você lhe diga
Se você me quer ou não
Diga que você me adora
Que você lamenta e chora
A nossa separação

Às pessoas que eu detesto
Diga sempre que eu não presto
Que meu lar é o botequim
Que eu arruinei sua vida
Que eu não mereço a comida
Que você pagou pra mim


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Espinita

Cantado por Carmita Jimenez uma porto-riquenha nascida em 1944 e que viria a falecer a 10 Agosto de 2003

Suave, que me está sangrando
que estás acabando con mi corazón

Quisiera haberte sido infiel
y pagarte con una traición
eres como una espinita
que se me ha clavado en el corazón

Suave, que me está sangrando
que me estás matando de dolor

Yo que sufro por tu culpa
este cruel martirio que me da tu amor
no me importa lo que hagas
si en mi pecho vive toda tu ilusión

Y que pase lo que pase,
este pecho amante es nomás de ti
aunque yo quisiera no puedo olvidarte
porque vas dentro de mí
Aunque yo quisiera no puedo olvidarte
porque vas dentro de mí

Yo que sufro por tu culpa
este cruel martirio que me da tu amor
no me importa lo que hagas
si en mi pecho vive toda tu ilusión

Y que pase lo que pase,
este pecho amante es nomás de ti
aunque yo quisiera no puedo olvidarte
porque vas dentro de mí

Suave, que me estás matando
que estás acabando con mi juventud

Yo quisiera haberte sido infiel
y pagarte con una traición
eres como una espinita
que se me ha clavado en el corazón

Suave, que me está sangrando
que me estás matando de dolor
suave, que me está sangrando
que me estás matando de dolor