Simone Bettencourt de Oliveira canta com Dulce Pontes
Esta ilha que há em mim
E que em ilha me transforma
Perdida num mar sem fim
Perdida dentro de mim
Tem da minha ilha a forma
Esta lava incandescente
Derramada no meu peito
Faz de mim um ser diferente
Tenho do mar a semente
Da saudade tenho o jeito
Trago no corpo a mordaça
Das brumas e nevoeiros
Há uma nuvem que ameaça
Desfazer-se em aguaceiros
Nestes meus olhos de garça
Neste beco sem saída
Onde o meu coração mora
Ouço sons da despedida
Vejo sinais de partida
Mas teimo em não ir embora
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Esta ilha que há em mim
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