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sábado, 29 de novembro de 2008

Anema e core

Nuje ca perdimmo 'a pace'e 'o suonno,
num 'nce dicimmo, maje pecchè?...
Vocche ca vase nun ne vonno,
nun só' 'sti vvocche, oj né!
Pure, te chiammo a num rispunne,
pé ffà dispietto a mme...

Tenimmoce accussì, ànema'e core,
nun 'nce lassammo cchiù manco pé n'ora,
'stu desiderio 'e te, me fà paura...
Campà cu tte!
sempe cu tte!...
pe' nun murì!...

Che ce dicimmo a ffà, parole amare,
si'o bbene, po' campà cu nu respiro!
Si smanie pure tu pé chist'ammore,
tenimmoce accussi... ànema e core!

Forse sarrà ch'o chianto è doce,
forse sarrà ca bbene fà...
Quanno me sento cchiù felice,
num è felicità...
Pure si'e vvote, tu mme dice,
distratta à verità...

Tenimmoce a accussi, ànema 'e core,
num 'nce lassammo cchiù, manco pe' n'ora,
stu desiderio 'e te, me fà paura...
Campà cu tte!...
sulo cu tte'...
pe' nun murì!...

Che ce dicimmo a ffà, parole amare,
si'o bbene, pó campà cu nu respiro?
Si smanie pure tu pé chist'ammore,
tenimmoce accussi... ànema e core!


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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Delilah

I saw the light on the night that I passed by her window
I saw the flickering shadows of love on her blind

She was my woman
As she deceived me I watched and went out of my mind

My, my, my, Delilah
Why, why, why, Delilah

I could see, that girl was no good for me
But I was lost like a slave that no man could free

At break of day when that man drove away, I was waiting
I cross the street to her house and she opened the door

She stood there laughing
I felt the knife in my hand and she laughed no more

My, my, my, Delilah
Why, why, why, Delilah

So before they come to break down the door
Forgive me Delilah, I just couldn't take anymore

She stood there laughing
I felt the knife in my hand and she laughed no more

My, my, my, Delilah
Why, why, why, Delilah

So before they come to break down the door
Forgive me Delilah I just couldn't take anymore
Forgive me Delilah I just couldn't take anymore

so Delilah.. I love you


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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Queda do Império

Presente em alguns momentos-chave da Música Popular Portuguesa (por exemplo o célebre concerto de Março de 1974, no Coliseu), Vitorino foi companheiro de palco e canções de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Sérgio Godinho e outros nomes fundamentais da música portuguesa dos últimos trinta anos, estreando-se em 1975 com o seu primeiro disco assinado com nome próprio, editado num dos periodos de maior agitação social da História recente de Portugal. "Semear Salsa Ao Reguinho" foi logo considerado, apesar das condicionantes existentes na época, um ponto de referência na redefinição de padrões estéticos e caminhos que a música popular viria a trilhar a partir do meio da década de 70. Nesse primeiro disco estava incluída a canção que se viria a tornar o seu êxito/emblema mais famoso, transformando-se numa das canções mais importantes e divulgadas do imaginário colectivo português - "Menina Estás À Janela".

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Perguntei ao vento
Onde foi encontrar
Mago sopro encanto
Nau da vela em cruz
Foi nas ondas do mar
Do mundo inteiro
Terras da perdição
Parco império mil almas
Por pau da canela e mazagão.

Pata de negreiro
Tira e foge à morte
Que a sorte é de quem
A terra amou
E no peito guardou
Cheiro da mata eterna
Laranja, Luanda sempre em flor.

INSTRUMENTAL

Pata de negreiro
Tira e foge à morte
Que a sorte é de quem
A terra amou
E no peito guardou
Cheiro à mata eterna
Laranja, Luanda sempre em flor.

Perguntei ao vento
Onde foi encontrar
Mago sopro encanto
Nau da vela em cruz
Foi nas ondas do mar
Do mundo inteiro
Terras da perdição
Parco império mil almas
Por pau da canela e mazagão.

Pata de negreiro
Tira e foge à morte
Que a sorte é de quem
A terra amou
E no peito guardou
Cheiro da mata eterna
Laranja, Luanda sempre em flor.


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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Unforgettable

Sua voz marcante imortalizou várias canções como: Mona Lisa, Stardust, Unforgettable, Nature Boy, Christmas Song, "Quizás, Quizás, Quizás", entre outras, algumas das quais em língua espanhola e portuguesa. Pai da cantora Natalie Cole.

Nat King Cole aprendeu a tocar piano na igreja onde seu pai era Pastor. Desde criança ele esteve ligado à música, chegando a se apresentar junto com o coral da mesma igreja onde seu pai actuava. Desde cedo sofreu por causa do preconceito aos negros, chegando apresentar-se para plateias brancas e negras separadamente.


Unforgettable, that's what you are
Unforgettable though near or far
Like a song of love that clings to me
How the thought of you that stings to me
Never before has someone been more

Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am so unforgettable too

Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am unforgettable too


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